FACULDADE INTEGRAÇÃO TIETÊ-UNIESP
André Augusto Correa
Bruno Luiz Rodrigues
Cristiano A Castro
Eder Silas Petrini
Luis Felipe Scatena
Natalia Peres
PINTURA
DA SALA PRINCIPAL DA ASSOCIAÇÃO VIVA A VIDA
Projeto
realizado para menção de nota no curso de Ciências Contábeis da Faculdade
Integração Tietê- UNIESP.
Orientador:
Franco Takakura
Tietê- SP
2016
RESUMO
Este
trabalho será realizado para direcionar e mensurar resultados, para auxiliar na
melhor tomada de decisão. Com intuito de beneficiar a Associação, transformando
obras, projetos em meio de agregar valores, gerar recursos, adquirir mais
clientes, colaboradores e pessoas que por um único intuito seja, ajudar pessoas
que necessitam, portadoras de câncer.
Desta
forma, foi elaborado um projeto para que pudéssemos, colaborar para essa grande
fonte de amor ao próximo, com a colaboração do Professor Franco Takakura, e os
alunos da turma de Ciências Contábeis, da Instituição FIT- UNIESP.
Um
dos problemas para a execução do projeto é como estruturar o seu escopo; qual
método utilizar em meio a tantos; Isso acontece devido a uma alta gama de
projetos e perfil de pessoas existentes, onde cada um possui a sua
subjetividade. O mesmo ocorre para o estudo de viabilidade, seu estudo depende
das características do negócio em questão. Portanto, este trabalho irá
demonstrar como o controle dessas importâncias será realizado por meio de
gráficos, tabelas, diagramas e organogramas.
Outro fator importante a ser estudado, é como a estrutura e a circulação
do relatório, serão elaboradas.
Após
a elaboração do projeto, direcionando orçamento, recursos, criou-se um
fluxograma para direcionar as devidas atitudes, métodos, meios, para e obter
com eficácia o resultado desejado.
Palavras
chaves: Projeto, Associação, Colaboração, Orçamento, Planejamento.
Este trabalho será realizado para direcionar e mensurar resultados, para auxiliar na melhor tomada de decisão. Com intuito de beneficiar a Associação, transformando obras, projetos em meio de agregar valores, gerar recursos, adquirir mais clientes, colaboradores e pessoas que por um único intuito seja, ajudar pessoas que necessitam, portadoras de câncer.
INTRODUÇÃO
A Associação Viva Vida foi fundada no ano de
2000 pela vereadora Sandra Takakura, Celina Madeira e Lucia Catto, na cidade
de Tietê no Estado de São Paulo. A ideia foi elaborada a partir de ambas terem
tido experiência com o câncer de mama, foi então por terem passado por grandes
dificuldades com a doença, e a vontade de poder ajudar e dar toda atenção e
suporte a pessoas que estavam passando pelo mesmo problema surge a grande ideia
de fundar a Associação Viva Vida.
De imediato a Associação Viva Vida atendia
apenas mulheres portadoras do câncer de mama, mas ao decorrer do tempo, houve
um grande aumento na procura de ajuda por pessoas portadoras de outros tipos de
câncer, sendo assim a Associação Viva Vida passou a atender e dar apoio tanto
para mulheres quanto para homens, e com todo tipo de câncer.
No início, a Associação Viva Vida, era
conhecida como grupo de apoio, mas devido a grande demanda, esse pequeno grupo
precisou se locomover para um local maior, onde se localiza na Sede no centro
da cidade de Tietê. Onde toda a população de Tietê e região reconhece seu
trabalho e auxiliam sempre.
Na sede encontra-se um bazar, com objetivo de
vendas com roupas, objetos domésticos e brinquedos, constituído por doações.
Onde, todo dinheiro arrecado é revertido para beneficiar a instituição e as
pessoas que delas precisam de ajuda.
A entidade, dentro de suas possibilidades,
proporciona ao doente consulta com médico especialista no respectivo problema,
fornece medicamentos e complementos alimentares, empresta equipamentos como
cadeiras de rodas, cadeira para banho, colchões, muletas, bengalas entre
outros, proporcionando conforto e qualidade de vida ao paciente.
Em outubro de 2015, foi realizado um trabalho
voluntário onde a fachada do prédio que abriga a referida entidade foi pintada
de rosa para chamar a atenção. Este projeto foi chamado de “outubro rosa”. No
dia da inauguração, os alunos juntamente com o professor, a presidente e os voluntários
da Viva a Vida ofereceram um café da manhã para as pessoas que ali passavam e
aos simpatizantes da causa. Foi uma manhã festiva e extremamente positiva.
Desta forma, a turma de Ciências Contábeis,
juntamente com o Professor Franco Takakura, buscam uma forma de ajudar ainda
mais essa Associação, buscando aumentar sua divulgação para a sociedade para
que assim, mais voluntários possam participar contribuindo para a recuperação
das pessoas portadoras de câncer.
2 PLANEJAMENTO
“Planejamento é definido como ato ou processo
de elaborar ou implementar planos, estabelecendo metas, objetivos, políticas e
procedimentos, para uma unidade social e econômica.” (Webster 2000).
Com maior visibilidade, acredita-se que possa
haver um aumento na venda dos produtos do bazar que a Associação promove dentro
de suas dependências.
Dessa forma, com maior arrecadação, a
Associação poderá arcar com as despesas médicas para um maior número de
pessoas.
A finalidade
deste projeto é auxiliar a Associação para que ela possa cada vez mais oferecer
tratamentos e equipamentos médicos às pessoas necessitadas.
2.1 APRESENTAÇÃO DO
FLUXO DE TRABALHO
Fluxo de trabalho é a sequencia de passos
necessários para se automatizar processos de negocio, de acordo com um conjunto
de regras definidas, permitindo que sejam transmitidas de uma pessoa para outra
para obter a execução de determinada ação.
Esse
trabalho se inicia com uma reunião entre os alunos participantes desse projeto
novo, e com os representantes das entidades para entrarem em comum acordo sobre
como realiza-lo. A conclusão é a necessidade da pintura na sala principal da
Associação Vida a Vida proporcionando aos voluntários um melhor ambiente de
trabalho e aos visitantes um espaço mais agradável.
A
pintura trará mais claridade e vida para o local que abriga parte do bazar, que
é a sua principal fonte de renda.
O próximo passo é a cotação de materiais
necessários (tintas, pincéis, lixas, fitas, etc.) para realização das
melhorias. Com todo o custo apurado cada integrante do grupo ficará responsável
pela venda de rifas, que será uma das fontes de renda para custear a obra.
Para maior arrecadação, foi elaborado um
ofício para apresentar às pessoas e comerciantes que queiram fazer doações em
materiais ou valores em dinheiro para ajuda no custeio da obra, pois há
necessidade de mão de obra especializada para a pintura das paredes, portas e
limpeza do teto e esta terá que efetuar o serviço com responsabilidade dentro
das normas de segurança.
Com o orçamento de toda obra (material e mão
de obra) concluído, a verba arrecadada e profissional contratado, dá-se início
a outra etapa do trabalho que é a retirada de tudo o que se encontra na sala
para que o profissional possa trabalhar com maior tranquilidade.
Concluída a parte da pintura, os alunos,
entrarão em ação novamente; dessa vez para limpeza e organização da sala.
Como
finalização o grupo se reunirá na recepção para inauguração da sala. Como será
do mês de julho será servido alguns pratos típicos de festa junina e músicas ao
vivo.
Com todas as etapas cumpridas e regras
definidas, conforme estudo e projeto, está concluído o processo.
2.2 DESCRIÇÃO
DE RESPONSABILIDADE E FUNÇÃO
Como descrito por
LACOMBE (2009), o líder tem a responsabilidade pelo grupo. É ele que delega
funções e afazeres aos participantes. Cada participante do grupo terá a função
de cumprir suas tarefas dentro dos prazos estabelecidos.
Segue abaixo tabela
de funções pré-estabelecidas para cada participante.
André
|
Cotação de matéria prima e venda de rifa
|
Bruno
|
Cotação de mão de obra e venda
de rifa
|
Cristiano
|
Responsável pela distribuição de ofícios, venda de rifa, orçamentos e análises.
|
Eder
|
Arrecadação de doações e venda de rifa.
|
Felipe
|
Responsável pelo caixa, demonstrações contábeis e venda de rifa.
|
Natália
|
Divulgação do evento e venda de rifa.
|
Conforme
trabalhos atribuídos e funções realizadas a cada integrante do grupo a obra se
concluirá com segurança e tranquilidade dentro do prazo estipulado.
2.3 PLANO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS
O Plano de Captação de Recursos,
conforme o texto original de Susan Robinson, nos explica como sendo o
planejamento estratégico que leva a ação de levantamento de recursos
financeiros para a sustentabilidade institucional. Atualmente o termo mais
comum designado para tal ação é mobilização de recursos. Tal planejamento se
faz necessário, pois serve como guia e base para o entendimento da missão da
organização, bem como, na execução das atividades, estabelecendo objetivos e focando
nas metas a serem atingidas, facilitando o caminho a seguir para a captação de
recursos, e a partir daí podendo-se definir quem são os potenciais doadores e
se há possibilidades desta doação passar a ser permanente. Para montarmos o
Plano de Captação de Recursos, respondemos a essas quatro perguntas:
1) Quais os objetivos e metas da
captação?
2) Como identificar e onde estão os
potenciais doadores?
3) Quais são os pontos fortes e
fracos?
4) Qual é o público alvo e como
atingi-los?
A partir das respostas obtidas e dos
objetivos estabelecidos, desenvolvemos o plano de ação para a Captação de
Recursos, estabelecendo forma de execução, prazos, responsáveis e os recursos
necessários para a realização de cada ação proposta.
O Plano de captação de
recursos para a Associação Viva a Vida, voltada para a pintura e reorganização
da Sala Principal, consistindo para isso em planejarmos as ações para que os
objetivos sejam atingidos de forma eficiente e eficaz. Para isso elaboramos um modelo de ofício, o
qual será enviado as empresas locais. Neste ofício iremos explanar a
necessidade da Associação, as melhorias que necessitam ser feitas e de que
forma tais empresas podem ajudar, seja de forma financeira, materiais e ou mão
de obra, enfatizaremos que captar recursos vai além de simplesmente pedirmos
dinheiro, mas sim que nosso ideal é otimizar os recursos existentes para que
alcancemos bons resultados. As empresas que se dispuserem a ajudar receberão
formalmente uma carta de agradecimento da Associação e terão seus nomes
divulgados nas redes sociais como apoiadores e parceiros desta causa.
Também através de ofício, convidaremos o
comércio local, a doar itens para promovermos Rifas Solidárias, com a
finalidade de mobilizarmos recursos revertidos para a própria associação.
Após mobilizarmos os recursos totais
necessários para a ação, e após enviarmos os agradecimentos aos colaboradores e
parceiros, iremos iniciar as melhorias, visando fazê-las de forma econômica,
porém com a qualidade que a Associação merece.
Para finalizarmos a ação, iremos promover a
Festa de Reinauguração da Sala Principal da Associação, será uma Festa Junina,
com comes e bebes aberto ao público e em especial aos parceiros que ajudaram
tornar da Associação um lugar melhor. Distribuiremos folders convidando a
população para esse grande dia, e informando as realizações e objetivos da
Associação e agradecendo nominalmente a todos envolvidos na causa, valorizando
cada um a importância que tiveram na execução de nosso trabalho.
2.3.1
PLANO DE CONTAS A PAGAR
De acordo com o artigo disposto na Revista
Administração de Empresas, com o tema “ Plano de contas: um novo enfoque de
definição”, dos autores Antônio Jorge Bastos Aresta e Sérgio Martins de Souza,
para termos uma gestão financeira eficaz é necessário ter um controle
financeiro, onde possamos avaliar o capital, de forma a identificar despesas
desnecessárias e possíveis falhas, controlando de forma assertiva o rendimento
da Associação. Para isso é necessário elaborarmos o Plano de Contas a Pagar, o
qual fornecerá dados e base para as tomadas de decisões e desembolso de
recursos. Desta forma o Plano de Contas a Pagar, é fundamental para que
possamos estimar as receitas e despesas, sendo sempre, monitoradas, avaliadas,
estimadas e controladas.
As contas a pagar, são todos os compromissos
assumidos para a realização da atividade e desenvolvimento do projeto. Desta
forma iremos verificar todas as obrigações não pagas, o cumprimento dos prazos
para pagamento e trabalhar com a execução do projeto apenas com os valores
arrecadados posteriormente, para não gerar em hipótese alguma ônus à
Associação.
Todas as doações em dinheiro serão
contabilizadas através de documento comprobatório, datado e assinado pela
pessoa física ou jurídica que realizou a doação, após isso este documento
deverá ser enviado em através de cópia para os membros do grupo. Da mesma forma se dará com as despesas,
devendo todas serem registradas por meio de nota ou recibo.
Todas as contas a serem pagas e serviços
prestados, deverão ser discutidos previamente com o grupo e a tomada de decisão
através de voto, sendo escolhida a opção pela maioria (50% + 1).
Serão realizadas as melhorias, levando em
conta as necessidades da Associação, mas da forma econômica visando gastar
apenas o disponível. O controle dos
recursos captados em dinheiro será feito por apenas uma pessoa, descrito e
registrado em livro ata toda entrada e saída do dinheiro.
CONTAS A PAGAR
|
|||||
DATA
|
VALOR
|
FORNECEDOR
|
COMO PAGAR
|
OBSERVAÇÕES
|
|
09/05/2016
|
R$
1.000,00
|
PLUG SERVIÇOS
|
ARRECADAÇOES
|
PINTURA SALA PRINCIPAL
|
|
06/05/2016
|
R$ -
|
PAULI TINTAS
|
DOAÇÃO
|
DOAÇÃO DE 2 GALÕES DE
TINTA
|
|
06/05/2016
|
R$ 480,00
|
PAULI TINTAS
|
RIFASPÁSCOA
|
COMPRA DE MATERIAiS
PINTURA
|
|
09/05/2016
|
R$ 320,00
|
CANAVESE
|
RIFA DIA DAS MÃES
|
COMPRA DE MATERIAiS
PINTURA
|
|
10/05/2016
|
R$ 300,00
|
SPESSOTO
|
RIFA DIA DAS MÃES
|
COMPRA DE MATERIAiS
PINTURA
|
|
08/06/2015
|
R$ 480,00
|
PAGUE MENOS
|
DOAÇÃO
|
COMPRA PRA REINAUGURAÇÃO
|
|
TOTAL
|
R$
2.580,00
|
______________
|
___________________
|
__________________________
|
|
2.3.2
PLANO DE OPERAÇÃO E EXECUÇÃO
Com base no livro “Administração financeira e
orçamentária” do autor Masakazu Hoji , o Plano de operação e execução é o
cronograma de como as ações serão desenvolvidas, desta forma, seguindo este
plano, conseguimos que toda operação e execução da ação sejam feitas de forma
programada e organizada, garantindo que tudo se cumpra de acordo com o
orçamento estabelecido no Plano de Contas a pagar. Neste processo, todo o grupo
do projeto deve coordenar e direcionar as diversas interfaces técnicas e
organizacionais do projeto. O desempenho do projeto deve ser continuamente
acompanhado através de comparação entre o trabalho realizado e o que foi
planejado, para que as ações corretivas possam ser tomadas.
Desta forma, após definirmos a necessidade da
pintura na sala de entrada, elaboramos uma planilha com os gastos que teremos e
o valor que arrecadamos para a execução do projeto. Também iremos nos reunir
com o pintor que realizará o serviço e a direção da Associação Viva a Vida,
para que seja determinada uma data, na qual não atrapalhe as atividades da
Associação, onde escolheremos em comum acordo qual semana a Associação ficará
fechada para a realização das melhorias.
Finalizado o processo de pintura,
divulgaremos ao público a data escolhida para a reinauguração junto com a Festa
Junina, será um momento de descontração e apreciação do projeto entregue, onde
poderemos agradecer também aos colaboradores desta ação, com a certeza de que
juntos cumprimos a missão de proporcionar um ambiente aconchegante e adequado
às necessidades da Associação, para que possam continuar como belo trabalho
atendendo as pessoas com câncer.
2.3.3
PLANILHA DE CONTROLE
O fluxo de caixa apresenta de maneira simples
e fácil as entradas e saídas do caixa da empresa representada pela letra D
(debito/entrada) e C (credito/saída). Possibilitando desta maneira o
acompanhamento diário do saldo da conta caixa para um futuro investimento
planejado ou até mesmo um redução de despesas variáveis.
FLUXO DE CAIXA
|
FEVEREIRO
|
MARÇO
|
ABRIL
|
MAIO
|
JUNHO
|
Doações
|
200,00
|
350,00
|
450,00
|
500,00
|
300,00
|
Rifa
|
150,00
|
360,00
|
150,00
|
120,00
|
-
|
-
|
-
|
-
|
-
|
-
|
|
TOTAL DOS ENTRADAS
|
350,00
|
710,00
|
600,00
|
620,00
|
300,00
|
Mão de Obra Pintores
|
500,00
|
500,00
|
|||
Tinta
|
800,00
|
120,00
|
|||
Fitas
|
20,00
|
||||
Pincel/Rolos
|
230,00
|
30,00
|
|||
Despesas
|
380,00
|
||||
TOTAL DOS PAGAMENTOS
|
0
|
0
|
0
|
1550
|
1.030,00
|
SALDO ANTERIOR
|
0
|
350,00
|
1.060,00
|
1.660,00
|
730,00
|
SALDO DO MÊS
|
350,00
|
710,00
|
600,00
|
-930,00
|
-730,00
|
SALDO ACUMULADO
|
350,00
|
1.060,00
|
1.660,00
|
730,00
|
0,00
|
2.3.4
CRONOGRAMA DE TEMPO
O
Cronograma de Tempo é uma ferramenta utilizada pela gestão normalmente em forma
de tabela, gráficos ou mapeamento, que demonstra o tempo em que as atividades
serão realizadas.
A
etimologia, o termo cronograma tem origem no grego, onde khronos significa "tempo" e gramma significa "alguma coisa escrita
ou desenha".
O cronograma é uma representação gráfica do tempo
investido em uma determinada tarefa ou projeto, segundo as tarefas que devem
ser executadas no âmbito desse projeto. É uma ferramenta que ajuda a controlar
e visualizar o progresso do trabalho. A utilização de cronogramas é bastante
comum em projetos de pesquisa. No contexto empresarial o cronograma é um
auxílio importante, já que através dele é possível determinar os custos de um
projeto, determinando assim se a realização desse projeto será proveitosa para
a empresa.
Neste demonstrativo, irá analisar o tempo, e as
atividades que serão realizadas do inicio a conclusão do projeto a ser
realizado.
3 GESTÃO DO PROJETO
3.1 CRONOGRAMA
O Gráfico de Gantt é
utilizado para determinar a melhor maneira de posicionar as diferentes tarefas
de um projeto a ser executado num período determinado, em função:
·
Da duração de cada uma das tarefas;
·
Da relação de precedências entre as
diferentes tarefas;
·
Dos prazos a respeitar;
·
Das capacidades disponíveis.
O diagrama de Gantt
representa-se sob a forma de um gráfico de barras onde cada coluna corresponde
a uma unidade de tempo e cada linha a uma tarefa a realizar.
Define-se uma barra
horizontal para cada uma das tarefas e o comprimento de cada barra corresponde
à sua duração. A posição da barra no gráfico é função das ligações entre as
diferentes tarefas.
Assim sendo foi
elaborado o gráfico a seguir:
Orçamento da mão de obra
|
|||||||||
Calculo do Material
|
|||||||||
Arrecadação de verba
|
|||||||||
Pintura
|
|||||||||
Organização
|
|||||||||
Semana 1
|
2
|
3
|
4
|
5
|
6
|
7
|
8
|
9
|
10
|
3.2 FASE INICIAL
Nesta fase, busca-se o refinamento dos
objetivos do projeto e detalhamento do melhor caminho para alcançá-los. Um
planejamento bem desenvolvido constitui fator importante para o sucesso do
projeto.
Um projeto pode ser considerado como uma
série de atividades e tarefas que possuem: objetivos específicos a serem
atingidos dentro de certa especificação; prazo e orçamentos definidos; recursos
humanos e não humanos a serem consumidos; e multifuncionalidade (kerzner,
2009). Ele pode ser definido como o trabalho dirigido cujo objetivo é atingir metas específicas
dentro de um orçamento e prazo estipulados (Lientz e Rea, 2003).
Nas
palavras de Rita Mulcahy, “Plano de Gerenciamento é a estratégia para gerenciar
o projeto e os processos de cada área de conhecimento. É muito importante
compreender o conceito de plano de gerenciamento. Esses planos são criados para
quase todas as áreas de conhecimento de projetos. Ao criar um plano de
gerenciamento, deve-se perguntar como definir, planejar, gerenciar e controlar
o escopo (ou cronograma, custo, qualidade, etc.) do projeto”.
A implementação bem sucedida de projetos
pelas organizações requer um amplo conjunto de habilidades, expertises,
tecnologia e recursos; dominar a gestão de projetos pressupõe o sucesso em
projetos e o consequente sucesso externo e interno da empresa (Pinto e Covin,
1989).
Dessa
forma é necessário pensar antecipadamente e documentar as necessidades básicas
do projeto. Esse esforço deve abranger todos os aspectos do processo de
gerenciamento de projetos. Por exemplo, é necessário pensar em como serão
identificados os riscos do projeto, também é preciso pensar nas pessoas
envolvidas nele e como elas serão gerenciadas.
Um
plano de gerenciamento é, necessariamente, exclusivo para cada projeto a fim de
satisfazer suas necessidades específicas. O processo de planejamento possui os
seguintes objetivos:
1.
Criar o escopo do projeto;
2.
Determinar o que comprar;
3.
Ratificar a equipe do projeto e definir todos
os papéis e responsabilidades;
4.
Criar lista de atividades;
5.
Estimar as necessidades de recursos;
6.
Estimar o tempo e o custo;
7.
Desenvolver o cronograma;
8.
Aprovar o projeto;
9. Início
do Projeto.
3.3 FASE EXECUÇÃO
A etapa de execução
compreende as atividades do dia-a-dia do desenvolvimento.
Os itens abaixo são uma lista de algumas das atividades que um gerente
de projetos deve assumir para o bom andamento do projeto. Cabe destacar que um
projeto só será bem sucedido se todos os participantes tiverem a competência
adequada e a motivação necessária para produzir resultados satisfatórios
(Lester, 2013).
3.3.1 FORMALIZAÇÃO
DE ESCOPO
Formalização junto ao cliente do
projeto (pessoa ou pessoas com interesse direto no projeto dentro da
organização) e do conteúdo dos trabalhos a serem desenvolvidos. É preciso obter
dele a validação do que é desenvolvido.
3.3.2 GARANTIR
DISPONIBILIDADE DE RECURSOS
A alocação da equipe deve ser
feita em comum acordo, com as áreas envolvidas. Eles saberão identificar os
projetos que os membros de suas respectivas equipes estão envolvidos, sua
duração, previsão de término etc.
3.3.3 START UP
Reunião inicial para alinhamento
de toda a equipe. Deixar todos a par dos objetivos do projeto e da forma de
atuação, a quem devem se reportar, papéis e responsabilidades, prazos e
desempenho.
3.3.4 PLANEJAMENTO
DE EXECUÇÃO DE TAREFAS
Essa é a etapa de construção da rede de atividades do projeto. Existe
aqui uma dependência entre as atividades, para que uma atividade seja
concluída, é preciso que sejam concluídas as atividades imediatamente
anteriores. Portanto, para construir a rede de atividades do projeto precisa-se
saber:
1. As atividades a
serem executadas no projeto;
2. A ordem que devem
ser executadas, ou seja, a reação de antecedência ou subsequência entre elas;
3. A Duração de cada
tarefa para estabelecer a linha de tempo do projeto.
3.3.5 CRONOGRAMA
DE PROJETO
Há diversos softwares disponíveis no mercado que facilitam muito a
visualização de prazo e interdependência entre as tarefas da rede de
atividades.
O Gantt Chart é o formato mais utilizado. É importante no
desenvolvimento do cronograma procurar respeitar os conceitos de PDI (Primeira
Data de Início) e UDI (Última Data de Início); PDT (Primeira Data de Término) e
UDT (Última Data de Término), para cada atividade prevista. É uma forma de não
deixar o cronograma absolutamente amarrado a uma única data para início ou
conclusão de uma tarefa, o que é bastante difícil na condução de um projeto.
Dessa forma torna-se possível adiantar certas atividades ou acomodar algum
eventual atraso sem impactar no prazo final.
3.3.5.1
CONTROLE
A primeira coisa a fazer é identificar o que deve ser monitorado dentro
do projeto. Não é recomendável que o gerente de projeto tente controlar tudo
dado o sem número de atividades que compõem um projeto de porte. Portanto, o
ideal é :
1. Identificar as
atividades críticas ou quase críticas, aquelas que não possuem folga no
cronograma;
2. Identificar as
atividades que representam “gargalos”, ou seja, aquelas que se atrasam
comprometem um sem número de atividades subsequentes que dependem de sua
conclusão;
3. Atividades
responsáveis por custos altos (como as desempenhadas por terceiros)
4. Atividades que são
conclusivas para etapas ou entregas parciais.
O gerente do projeto deve ficar sempre atento e garantir condições
necessárias para o melhor desenvolvimento dessas atividades.
3.3.5.2
REUNIÕES DE CHECK POINT
São reuniões de acompanhamento do projeto e que devem ocorrer com uma
frequência pré-estabelecida, ou de forma extraordinária se for identificado
algum ponto de risco no decorrer do projeto que demande uma medida corretiva ou
tomada de decisão.
As informações dos documentos de controle devem sempre embasar essas
reuniões considerando sempre o “previsto x realizado” no que tange ao cronograma,
aos custos e ao desenvolvimento. As medidas corretivas devem ser comunicadas a
todos os envolvidos.
3.3.5.3
ASSEGURAR A QUALIDADE DO DESENVOLVIMENTO
É importante que o gerente de projetos faça testes e efetue o controle
de qualidade do que é desenvolvido. Por ter visão melhor da totalidade do
projeto, a avaliação sempre será mais abrangente do que o especialista
envolvido diretamente no desenvolvimento. É importante que os testes de
validação sejam embasados em especificações funcionais e de desempenho do
produto ou sistema.
3.4 FASE FINAL
3.4.1 DEFINIÇÃO DO ESCOPO DO PROJETO
Segundo
as definições de Clements e Gido (2013), o escopo do projeto estipula todo o
trabalho que precisa ser executado até a entrega do produto ou serviço ao
cliente. Eles, também subdividiram o escopo do projeto em algumas seções. Sendo
elas:
·
As exigências do cliente;
·
O caderno de encargos;
·
As entregas;
·
Os critérios de aceitação;
·
A estrutura analítica do projeto.
Cada
seção supracitada será trabalhada nos tópicos seguintes.
3.4.1.1 AS EXIGÊNCIAS DO CLIENTE
As
exigências do cliente são todas as características e detalhes que um produto ou
serviço precisa contemplar pra satisfazer a sua necessidade. Esses dados podem
ser adquiridos por meio de uma entrevista com o próprio cliente. Essas exigências também contemplam as normas
técnicas ou outros tipos de especificações.
Com
a relação ao projeto do grupo com a Associação Viva a Vida, onde será realizada
a pintura da sala principal, as exigências do cliente são:
1. Garantir a segurança do local:
Além da segurança dos profissionais faz-se necessário ter os devidos cuidados
com os pacientes e também para não quebrar nenhum objeto. Outro fator
importante é seguir as instruções do fabricante da tinta e não permitir que as
pessoas fiquem no local durante o período da pintura;
2. Limpeza e organização: Manter
a limpeza e escolher um local apropriado para os móveis da sala durante o
processo da pintura. É aconselhável verificar se os móveis não vão ficar
debaixo de goteiras ou lugares onde escorre agua;
3. Qualidade: A
pintura não poderá ter falhas (diferenças de tonalidades); as portas, janelas e
outros objetos deverão ser isolados para que não fiquem borrados. Verificar se
as paredes não estão demasiadamente húmidas.
4. Bom atendimento: respeitar todas as
pessoas;
5.
Técnica:
Seguir
as especificações do fabricante.
3.4.1.2 O CADERNO DE ENCARGOS
Depois
de definidas todas as exigências e especificações já mencionadas, a próxima
etapa é a elaboração do caderno de encargos onde serão especificadas todas as
tarefas ou todos os elementos necessários para a conclusão do produto ou
serviço. No entanto, se alguma dessas exigências ou especificações não for
devidamente mencionada no caderno de encargos, a mesma não será feita.
A
estrutura desse caderno poderá ser feita com folhas personalizadas pelo grupo
por meio de tabelas. Como se trata de um trabalho de curto prazo, esse controle
poderá ser feito por meio de tabelas:
CADERNO DE ENCARGOS
|
|
N°
|
DESCRIÇÃO
|
1
|
Agendar dia para fazer orçamentos
|
2
|
Fazer o orçamento com três pintores
|
3
|
Escolher o orçamento mediano
|
4
|
Acordar a forma de pagamento
|
5
|
Fazer uma lista de materiais necessários junto ao pintor
|
6
|
Agendar uma data para o início do trabalho
|
7
|
Comprar os materiais
|
8
|
Escolher um local seguro para guardar os materiais de pintura
|
9
|
Retirar os móveis e coloca-los em local apropriado
|
10
|
Varrer a sala
|
11
|
Com uma vassoura limpa varrer as paredes e o teto da sala
|
12
|
Lixar as paredes e o teto da sala
|
13
|
Isolar o chão, as portas, as
janelas e outros objetos para evitar borrões
|
14
|
Separar um local dentro da sala para colocar as ferramentas de
trabalho
|
15
|
Verificar se não há ninguém muito próximo do local
|
16
|
Observar as recomendações do fabricante da tinta
|
17
|
Aplicar a seladora e permitir a sua secagem
|
18
|
Aplicar a primeira mão de tinta e permitir a sua secagem
|
19
|
Aplicar a segunda mão de tinta
|
20
|
Barrar a entrada de pessoas sinalizando o local
|
21
|
Esperar a secagem
|
22
|
Retirar a sinalização
|
23
|
Retirar o isolamento do chão, das portas, das janelas e outros objetos
|
24
|
Guardar a sobra da tinta e as ferramentas utilizadas
|
25
|
Varrer o chão da sala
|
26
|
Verificar se não há borrões no chão e nas demais partes
|
27
|
Limpar a sala apropriadamente para o retorno dos móveis
|
28
|
Retornar os móveis em seus devidos locais
|
29
|
Varrer a sala novamente
|
30
|
Efetuar o pagamento do pintor
|
Fonte:
baseado nos gráficos de Clements e Gido (2013).
3.4.1.3 AS ENTREGAS
As
entregas dizem respeito à execução do caderno de encargo, à entrega de cada
item, etapa por etapa. Trata-se do cumprimento de tudo que é necessário para a
satisfação do cliente e das normas e especificações.
Neste
caso basta apenas adaptar a tabela anterior, ficando assim:
ENTREGAS
|
||
N°
|
DESCRIÇÃO
|
V
|
1
|
Agendar dia para fazer orçamentos
|
|
2
|
Fazer o orçamento com três pintores
|
|
3
|
Escolher o orçamento mediano
|
|
4
|
Acordar a forma de pagamento
|
|
5
|
Fazer uma lista de materiais necessários junto ao pintor
|
|
6
|
Agendar uma data para o início do trabalho
|
|
7
|
Comprar os materiais
|
|
8
|
Escolher um local seguro para guardar os materiais de pintura
|
|
9
|
Retirar os móveis e coloca-los em local apropriado
|
|
10
|
Varrer a sala
|
|
11
|
Com uma vassoura limpa varrer as paredes e o teto da sala
|
|
12
|
Lixar as paredes e o teto da sala
|
|
13
|
Isolar o chão, as portas, as
janelas e outros objetos para evitar borrões
|
|
14
|
Separar um local dentro da sala para colocar as ferramentas de
trabalho
|
|
15
|
Verificar se não há ninguém muito próximo do local
|
|
16
|
Observar as recomendações do fabricante da tinta
|
|
17
|
Aplicar a seladora e permitir a sua secagem
|
|
18
|
Aplicar a primeira mão de tinta e permitir a sua secagem
|
|
19
|
Aplicar a segunda mão de tinta
|
|
20
|
Barrar a entrada de pessoas sinalizando o local
|
|
21
|
Esperar a secagem
|
|
22
|
Retirar a sinalização
|
|
23
|
Retirar o isolamento do chão, das portas, das janelas e outros objetos
|
|
24
|
Guardar a sobra da tinta e as ferramentas utilizadas
|
|
25
|
Varrer o chão da sala
|
|
26
|
Verificar se não há borrões no chão e nas demais partes
|
|
27
|
Limpar a sala apropriadamente para o retorno dos móveis
|
|
28
|
Retornar os móveis em seus devidos locais
|
|
29
|
Varrer a sala novamente
|
|
30
|
Efetuar o pagamento do pintor
|
|
Fonte:
baseado nos gráficos de Clements e Gido (2013).
Na coluna “V” (visto) será
indicado se o processo foi realizado ou não.
3.4.1.4 OS CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
Os
critérios de aceitação são características e detalhes quantitativos e
qualitativos pré-determinados, que vão julgar cada entrega do caderno de
encargos. Assim, cada item da tabela precisa ser avaliado por um fiscal, ou
membro do grupo, este ficará responsável pela avaliação das entregas.
3.4.1.5 A ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO
A EAP (Estrutura Analítica do Projeto) é o
processo de decompor hierarquicamente o escopo do projeto em partes,
facilitando a execução do trabalho da equipe. Trata-se de uma técnica de
organização e subdivisão de um trabalho com o objetivo de torna-lo mais
prático. A sua elaboração é feita com a utilização de gráficos que tem como
objetivo proporcionar uma visualização otimizada da estrutura da execução do
trabalho, melhorando significativamente sua compreensão.
É importante salientar que a EAP não é um
documento imutável ou estático, dependendo do projeto e seu prazo, ele pode
sofrer alterações ou adaptações às novas circunstâncias sucedidas. Tais
mudanças precisam também, de um sistema de aprovação, pois será necessário
definir como documenta-las e comunica-las.
.
3.4.2 O PLANEJAMENTO DA QUALIDADE
O controle da qualidade precisa ser
permanente, cobrindo cada etapa do trabalho no tempo certo, evitando que um
produto ou serviço passe adiante com falhas ou problemas. O planejamento da
qualidade deve incluir especificações, padrões industriais e governamentais e respeitar
os códigos locais referentes.
Algumas ferramentas de qualidade são usadas
para auxiliar, entre elas: auditoria, inspeção, teste, lista de verificação,
certificados, visitas-surpresas e fiscalização. Sendo que, o controle deve
especificar qual ferramenta utilizar e quando.
A ferramenta escolhida pelo grupo para a
pintura da sala principal da Associação Viva a Vida foi a fiscalização, onde um
dos representantes do grupo ficará incumbido de controlar a qualidade do
serviço, este, deverá permanecer no local durante as etapas de trabalho.
3.4.3 A DELEGAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES
Para
que a visualização das reponsabilidades fique mais clara, é importante criar
uma matriz de responsabilidades. Essas reponsabilidades são subdivididas em:
responsabilidade principal e responsabilidade de apoio.
MATRIZ DE RESPONSABILIDADES
|
||||||
ITENS DA EAP
|
ANDRÉ
|
BRUNO
|
CRISTIANO
|
EDER
|
FELIPE
|
NATHÁLIA
|
Pintura da sala
|
A
|
A
|
A
|
A
|
P
|
A
|
Orçamento
|
P
|
A
|
||||
Escolha do pintor
|
P
|
A
|
A
|
|||
Agendar início
|
P
|
A
|
||||
Acordo de pagamento
|
A
|
P
|
||||
Efetuar o pagamento
|
A
|
P
|
||||
Compras
|
P
|
|||||
Lista do Pintor
|
P
|
|||||
Estudo de preços
|
P
|
A
|
A
|
|||
Agendamento da entrega
|
P
|
|||||
Pessoal
|
P
|
|||||
Mão-de-obra especializada
|
||||||
Pintor
|
||||||
Serviços gerais
|
A
|
A
|
A
|
A
|
A
|
A
|
Limpeza
|
A
|
A
|
A
|
A
|
A
|
A
|
Serviço Braçal
|
A
|
A
|
A
|
A
|
A
|
|
Fiscalização
|
P
|
|||||
Qualidade
|
P
|
|||||
Documentação
|
P
|
|||||
Caderno de encargos
|
P
|
|||||
Entregas
|
P
|
|||||
Liberação
|
P
|
|||||
Fonte:
baseado nos gráficos de Clements e Gido (2013).
A
LETRA “A” representa a atividade de
apoio e a letra “P” representa a
atividade principal que o integrante deverá executar. Assim, por exemplo, o
André ficou como o principal responsável pelo orçamento. Todavia, o Felipe
ficou como o responsável de dar apoio ao André. No entanto, o Felipe é o
principal responsável pela pintura da sala. Contudo, para não sobrecarrega-lo,
todos os integrantes são responsáveis de apoia-lo nessa tarefa.
3.4.4 A DEFINIÇÃO DAS ATIVIDADES
Consiste
na construção de uma lista de tarefas levando em consideração o fator tempo, ou
seja, consiste em fazer o levantamento das atividades em ordem cronológica. É
importante ressaltar que essas tarefas podem ser abrangentes, evitando dessa
forma, um número elevado de informações específicas. Segue abaixo as atividades
definidas para a pintura da sala:
ATIVIDADES
|
Escolher um local seguro para guardar os materiais de pintura
|
Retirar os móveis e coloca-los em local apropriado
|
Varrer a sala
|
Com uma vassoura limpa varrer as paredes e o teto da sala
|
Lixar as paredes e o teto da sala
|
Isolar o chão, as portas, as janelas e outros objetos para evitar
borrões
|
Separar um local dentro da sala para colocar as ferramentas de
trabalho
|
Verificar se não há ninguém muito próximo do local
|
Observar as recomendações do fabricante da tinta
|
Aplicar a seladora e permitir a sua secagem
|
Aplicar a primeira mão de tinta e permitir a sua secagem
|
Aplicar a segunda mão de tinta
|
Barrar a entrada de pessoas sinalizando o local
|
Esperar a secagem
|
Retirar a sinalização
|
Retirar o isolamento do chão, das portas, das janelas e outros objetos
|
Guardar a sobra da tinta e as ferramentas utilizadas
|
Varrer o chão da sala
|
Verificar se não há borrões no chão e nas demais partes
|
Limpar a sala apropriadamente para o retorno dos móveis
|
Retornar os móveis em seus devidos locais
|
Varrer a sala novamente
|
Fonte:
baseado nos gráficos de Clements e Gido (2013).
3.4.5 AS ATIVIDADES SEQUENCIAIS
Depois
de definidas as atividades para cada elemento final do pacote de trabalho,
deve-se organiza-las de uma forma sequencial e cronológica levando em
consideração a possibilidade de executar tais tarefas simultaneamente, reunindo
as tarefas de toda a execução do trabalho. O diagrama de rede é uma ferramenta
essencial para esse procedimento.
ATIVIDADES SEQUENCIAIS
|
1- Escolher um local seguro para guardar os materiais de pintura
|
2- Retirar os móveis e coloca-los em local apropriado
|
3- Varrer a sala
|
4- Com uma vassoura limpa varrer as paredes e o teto da sala
|
5- Lixar as paredes e o teto da sala
|
6- Isolar o chão, as portas, as janelas e outros objetos para evitar
borrões
|
7- Separar um local dentro da sala para colocar as ferramentas de
trabalho
|
8- Verificar se não há ninguém muito próximo do local
|
9- Observar as recomendações do fabricante da tinta
|
10- Barrar a entrada de pessoas sinalizando o local
|
11- Aplicar a seladora e permitir a sua secagem
|
12- Aplicar a primeira mão de tinta e permitir a sua secagem
|
13 - Aplicar a segunda mão de tinta
|
14 - Esperar a secagem
|
15- Retirar a sinalização
|
16- Guardar a sobra da tinta e as ferramentas utilizadas
|
17- Retirar o isolamento do chão, das portas, das janelas e outros
objetos
|
18- Verificar se não há borrões no chão e nas demais partes
|
19- Limpar a sala apropriadamente para o retorno dos móveis
|
20- Retornar os móveis em seus devidos locais
|
21- Varrer a sala novamente
|
Fonte:
baseado nos gráficos de Clements e Gido (2013).
As
atividades que ficaram reunidas em uma única célula podem ser realizadas
simultaneamente e a ordem de execução segue do topo da tabela para a sua base.
3.4.6.1 OS PRINCÍPIOS DA REDE
Existem
alguns princípios básicos para se criar um diagrama de rede. São eles:
·
Formatação:
cada item do diagrama é representado por um conjunto de quadros interligados
formando uma relação. A descrição da atividade começa sempre com um verbo;
·
Sequencia
Lógica: uma atividade começa quando a outra termina;
·
Simultaneidade:
algumas atividades podem ser realizadas ao mesmo tempo;
·
Escalonamento: O
mesmo tipo de atividade pode ser feito por mais de uma pessoa.
3.5 A ESTRUTURAÇÃO DOS RELATÓRIOS GERENCIAIS
Os “Relatórios gerenciais são os documentos
que consolidam, de forma estruturada, as informações para o tomador de decisão”
(OLIVEIRA,2011, p. 183).
Para esses relatórios gerenciais Oliveira
(2011) propõe que o executivo possa considerar alguns aspectos básicos:
1.
Números:
comparação com outros períodos em forma de percentual;
2.
Gráficos:
Facilita o entendimento;
3.
Comentários: evitam equívocos;
4.
Decisões:
Ponto mais importante do relatório gerencial onde o executivo explica a sua
ação;
5.
Resultados:
Menção do resultado almejado com base nos números e gráficos.
Segue
um modelo de relatório, adaptado para a execução do trabalho na sala principal
do prédio da Associação Viva a Vida:
RELATÓRIO GERENCIAL MODELO GERAL
|
DATA
|
N°
|
|
ÁREA:
|
|||
ASSUNTO:
|
|||
GRÁFICOS:
|
|||
COMENTÁRIOS:
|
|||
DECISÕES/ AÇÕES:
|
RESULTADOS:
|
||
Fonte:
Baseado no gráfico de OLIVEIRA (2011)
Os
relatórios contemplaram o projeto inteiro. Cada área deverá montar o seu
relatório e preencher conforme a realidade do assunto em questão. Cada item de
trabalho pode gerar um relatório que passará para o líder do pacote de serviço
e este por sua vez enviará todos os relatórios sobre sua responsabilidade para
o líder do projeto, para que o mesmo possa tomar as decisões.
3.6 A RENTABILIDADE DO PROJETO
Elaborar
um estudo de viabilidade significa projetar a vida do futuro empreendimento e
depende basicamente da quantidade e da qualidade das informações utilizadas. No entanto, embora não haja uma
fórmula para a elaboração do estudo de viabilidade, não se pode negligenciá-lo
ou realiza-lo inadequadamente. (CONSALTER, 2011, p. 60).
Conforme
as palavras de Consalter (2011), cada projeto possui sua peculiaridade e a sua
viabilidade é o grau de dificuldade ao coloca-lo em prática. O investimento do projeto precisa ser
avaliado do ponto de vista do tempo, do esforço e recursos financeiros que
serão despendidos. Testes de viabilidade devem ser executados para evitar
investimentos antieconômicos e mal dimensionados.
Ela
também define as principais viabilidades, que são:
·
Viabilidade
mercadológica: Trata-se de uma análise do mercado, para
mensurar quais são as possibilidades de vendas de um produto ou serviço. A
empresa além de produtiva precisa ser competitiva. No caso da Associação, ela
não possui fins lucrativos e depende exclusivamente de doações.
·
Viabilidade
técnica: Análise realizada para identificar falhas de engenharia e
tecnologia referentes ao projeto. A pintura da sala envolve o conhecimento
técnico do pintor e por ser um projeto simples seu estudo não precisa envolver
a engenharia.
·
Viabilidade
econômica: Consiste na averiguação referente às receitas para
mensurar se elas superam os custos. Pode ser feito também por meio do confronto
entre entradas e saídas de caixa. Os recursos financeiros utilizados para a pintura
provem das rifas e doações paralelas ao da ONG, assim seu fluxo de caixa não
será alterado durante a execução do projeto. Os benefícios poderão surgir por
meio da divulgação do projeto.
·
Viabilidade
financeira: Estudo realizado para verificar se há recursos
suficientes para implementação do projeto. Como descrito no item anterior o
grupo ficará responsável por levantar este recurso por meio das rifas e
doações.
·
Viabilidade
social: Observação realizada com foco na sociedade, em fatores
sociais para verificar se os benefícios são maiores que os danos. A tinta
utilizada provém de recursos naturais e seus processos de fabricação podem
interferir negativamente, de uma forma ou de outra, no desenvolvimento
sustentável. Por outro lado, a divulgação do projeto Viva a Vida poderá abrir
os olhos das empresas locais e da população para que possam enxergar as pessoas
que hoje não gozam de saúde plena e carecem de ajuda.
·
Viabilidade
administrativa: trata-se de uma análise para definir se a empresa consegue se reorganizar
continuamente e sobreviver no mercado. A empresa precisa ter uma boa estrutura
administrativa. O trabalho do grupo não tem continuidade. Portanto, neste caso,
a administração responsável tem plenas condições de executar o projeto no exato
momento.
4 CENÁRIO DO TERCEIRO SETOR NO BRASIL
O terceiro setor possui 12 milhões de pessoas, entre
gestores, voluntários, doadores e beneficiados de entidades beneficentes, além
dos 45 milhões de jovens que veem como sua missão, ajudar o terceiro setor.
Uma pesquisa feita pelo grupo revelou alguns números
das 400 maiores entidades do Brasil no ano de 2000. Segundo esta pesquisa, o
dispêndio social das 400 maiores entidades foi de R$ 1.971.000,00. Ao todo,
elas possuem 86.894 funcionários, 400.933 voluntários.
O terceiro setor no Brasil é formado por cerca de 300
mil organizações, segundo levantamento feito pelo IBGE, que representam 2,3% do
PIB brasileiro. Portanto, trata-se de um segmento economicamente importante e,
assim também, influenciado pelo humor da economia. Quando se pensa nas
perspectivas para 2015, é natural que se deveria embarcar nas expectativas
gerais, que como sempre se mostram pessimistas, influenciadas com os fatos
econômicos e com os escândalos éticos que assolaram a nação no segundo semestre
de 2014.
Segundo o estudo chamado “2001 + 10”, 25% da população
brasileira fazem ou fizeram trabalho voluntário no país. Se rapidamente o
Brasil for dividido em quatro partes, considera-se que uma a cada quatro
pessoas faz ou fez ações sociais para mudar a sua realidade local. É um número
bastante representativo e significativo.
As mulheres ainda são a maioria, mas a proximidade dos
dados (53% são mulheres e 47% homens) demonstra que os homens estão
equilibrados e preocupados na realização de ações voluntárias por todo país. E
quem pensa que ser voluntário é tarefa para a classe A, está enganado: a classe
C é a que tem mais parcela nesta atividade, representando quase a metade com
43%. A média de idade destes voluntários está em 39,1%, mas jovens a partir dos
16 anos já tem contribuição no mundo social.
4.1 ANÁLISE SWOT
O sucesso de uma empresa depende, na maioria das
vezes, do marketing bem feito, uma vez que finanças, operações,
contabilidade e outros setores da empresa ficam sem sentido caso não haja uma
demanda suficiente dos produtos da empresa para que seja gerado lucro (KOTLER;
KELLER, 2006).
Kotler e Keller (2006, p.50) definem análise SWOT como
“a avaliação global das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças”, dizem
ainda que “ela envolve o monitoramento dos ambientes externo e interno”.
Ferrel e Hartline (2005) apontam que a análise SWOT
englobam o ambiente interno e o ambiente externo da organização. No ambiente
interno, essa análise faz referência às forças e fraquezas da organização em aspectos
como desempenho, recursos financeiros, recursos humanos, instalações,
capacidade de produção, participação no mercado, percepção do consumidor,
qualidade do produto, disponibilidade do produto, comunicação organizacional,
etc. Já no ambiente externo, ela faz referência a informações sobre o mercado
(consumidores e concorrência), condições econômicas, tendências sociais,
tecnologia, regulamentos governamentais, etc. “A análise SWOT é um modelo
simples e objetivo que fornece direcionamento e serve como catalisador para o
desenvolvimento de planos de marketing viáveis.” (FERREL e HARTLINE,
2005, p. 82).
A análise SWOT é uma ferramenta essencial em qualquer
processo de planejamento estratégico. O termo vem do inglês “Strengths,
Weaknesses, Op- portunities and Threats”, que, traduzido, vira “Forças,
Fraquezas, Ameaças e Oportunidades”, e objetivam analisar os pontos positivos e
negativos da empresa e do mercado em que ela atua:
·
Strengths (forças): vantagens internas
da empresa em relação às concorrentes. Ex.: qualidade do produto oferecido, bom
serviço prestado ao cliente, solidez financeira, etc.;
·
Weaknesses (fraquezas): desvantagens internas da empresa em
relação às concorrentes. Ex.: altos custos de produção, má imagem, instalações
desadequadas, marca fraca, etc.;
·
Opportunities (oportunidades):
aspectos externos positivos que podem potenciar a vantagem competitiva da
empresa. Ex.: mudanças nos gostos dos clientes, falência de empresa
concorrente, etc.;
·
Threats (ameaças): aspectos externos
negativos que podem por em risco a vantagem competitiva da empresa. Ex.: novos
competidores, perda de trabalhadores fundamentais, etc.
4.2 AMBIENTE INTERNO
As
forças e fraquezas referem-se ao ambiente interno da organização e, portanto,
concentram-se naquilo que ela possui ou realiza que a difere competitivamente
(tanto negativa quanto positivamente).
PONTOS FORTES
|
Coordenadoras motivadas
|
Muitos bens (doações de objetos)
recebidos
|
“Humanização” nas relações com os
beneficiários
|
Qualidade dos produtos oferecidos no
Brechó
|
Fonte: Elaborado pelo autor
PONTOS
FRACOS
|
Poucas doações em dinheiro recebidas
|
Nenhuma parceria com empresas
|
Pouco investimento em marketing
|
Poucos recursos financeiros
|
Retenção dos voluntários é fraca
|
Falta de espaço físico
|
Coordenadoras idosas com dificuldade
administrativa e com tecnologias
|
Fonte: Elaborado pelo autor
4.3 AMBIENTE EXTERNO
As
oportunidades e ameaças para a organização dizem respeito à situação em que o
mercado se encontra no momento, ou seja, ao ambiente externo a ela.
OPORTUNIDADES
|
Possibilidade de atrair estudantes
disponíveis para ajudas
|
Interesse crescente da população em
questões sociais
|
Parcerias com outras ONGs
|
Parceria com Parceiros Voluntários
|
Possibilidade de incentivos fiscais para
empresas que fazem doações à ONGs
|
Potencialidade de novos doadores de bens
para venda na ONG
|
Fonte: Elaborado pelo autor
AMEAÇAS
|
Possibilidade de os doadores escolherem
outras ONGs
|
Possibilidade de os voluntários
escolherem outras ONGs
|
Pouco conhecida pelas pessoas
|
Percepção fraca da marca
|
Muitas outras ONGs também recebem
doações
|
Poucos profissionais especializados
interessados em trabalhar em ONGs
|
Sazonalidade, que diminui o volume das
doações e voluntariado
|
Fonte: Elaborado pelo autor
4.4
ANÁLISE SWOT CRUZADA
A
análise swot cruzada consiste em cruzar as informações dos quadros dos pontos
fortes, fracos e as oportunidades e ameaças, de forma a obter uma moldura que
permita delinear estratégias importantes para o futuro da Instituição.
Pontos fortes x Oportunidades = estratégia
ofensiva / desenvolvimento
Escolha
cada um dos seus pontos fortes e cruze com Oportunidades; O cruzamento poderá
resultar em uma estratégia preferencialmente de ataque. Estratégia SO (Força x
Oportunidade), Tirar vantagem das forças: Aqui se tem o potencial ofensivo e se
deve desenvolver a melhor estratégia a fim de tirar o melhor da situação; Estratégia
de Crescimento (Tirar o máximo partido dos pontos fortes para aproveitar ao
máximo as oportunidades detectadas).
Ponto
Forte
|
Oportunidade
|
Plano
de Ação/Estratégia
|
Muitos bens (doações de objetos)
recebidos
|
Potencialidade de
novos doadores de bens para venda na ONG
|
Aumentar o canal de
divulgação da ONG, Redes Sociais e etc., pois muitas pessoas não sabem da
existência dela, e ao mesmo tempo convida-las a contribuírem com doações de
bens que não são mais usados ou ate mesmo na doação de dinheiro
|
Qualidade dos produtos oferecidos no
Brechó
|
Potencialidade de
novos doadores de bens para venda na ONG
|
Expor no perfil da
Associação fotos dos produtos recebidos de doações com o objetivo de atrais
clientes a ONG para compra dos itens e também abrindo caminho para
possibilidade de novas doações do mesmo.
|
“Humanização” nas relações com os
beneficiários
|
Interesse crescente
da população em questões sociais
|
Divulgar a ideia de
“humanização” por meio das redes sociais com o objetivo de atrair novos
doadores.
|
Pontos fortes x Ameaças = estratégia de
confronto
Escolha
cada um dos seus pontos fortes e cruze com as ameaças identificadas; O
cruzamento poderá resultar em uma estratégia de defesa ou cruzamento nulo, ou
seja, quando não deverá ser uma preocupação para a empresa. Estratégia ST
(forças x ameaças), Afastar as ameaças: Aqui se tem a capacidade de defesa e
dependendo da análise realizada se pode desenvolver uma estratégia de
confronto, ou seja, de embate entre essas forças, mantendo a capacidade
defensiva; Estratégia de Defesa (Tirar o máximo partido dos pontos fortes para
minimizar os efeitos das ameaças detectadas).
Ponto
Forte
|
Ameaça
|
Plano
de Ação/Estratégia
|
“Humanização” nas relações com os
beneficiários
|
Pouco conhecida pelas
pessoas
|
Eventos para
divulgação do que a associação faz e mostrar para cidade a importância de
manter e melhorar o lugar para a sociedade.
|
Pontos fracos x Oportunidades = estratégia
de Reforço.
Escolha
cada um dos seus pontos fracos e cruze com Oportunidades; O cruzamento poderá
resultar em uma estratégia de fortalecimento das debilidades. Estratégia WO
(Fraquezas x Oportunidades), Tirar vantagem das fraquezas: Aqui se tem à mostra
a debilidade e se deve fortalecer ou amenizar, reforçando e/ou eliminando essas
fraquezas, a fim de usufruir das oportunidades que se apresentam (Desenvolver
estratégias que minimizem os efeitos negativos dos pontos fracos e que em
simultâneo aproveitem as oportunidades detectadas).
Ponto
Fraco
|
Oportunidade
|
Plano
de Ação/Estratégia
|
Poucas doações em dinheiro recebidas
|
Parceria com Parceiros
voluntários
|
Tentar acordo com
pedidos constante de patrocinadores.
|
Nenhuma parceria com
empresas
|
Parceria com Parceiros
voluntários
|
Tentar acordo com
pedidos constante de patrocinadores.
|
Pontos fracos x ameaças = estratégia
defensiva
Escolha
cada um dos seus pontos fracos e cruze com as Ameaças; O cruzamento poderá
resultar em uma estratégia defensiva possibilitando a redução das perdas.
Estratégia WT (fraquezas x ameaças), Reduzir as perdas: Aqui se tem uma
situação de vulnerabilidade e se deve reduzir esses impactos. Gere o conjunto FINAL de estratégias e
objetivos, que devem ser compatível com o que foi estabelecido ou se deve ser
revisto a SWOT para garantir que todos os pontos foram cobertos.
Ponto
Fraco
|
Ameaça
|
Plano
de Ação/Estratégia
|
Pouco investimento em marketing
|
Percepção fraca da marca
|
Postagem nas redes
sociais, Panfletos espalhados pela cidade com divulgação de promoções.
|
Poucos recursos
financeiros
|
Possibilidade de os
doadores escolherem outras ONGs
|
Tentar parcerias com
corporações para melhorias constantes da estrutura física e oportunidade para
doações em dinheiro
|
CONCLUSÃO
Primeiramente,
destaca-se que uma ONG é uma instituição sem fins lucrativos, mais no que tange
ao marketing onde, liga-se uma ferramenta muito utilizada nas empresas com fins
lucrativos, a análise SWOT. Percebe-se que ela se assemelha em muito de uma
instituição com fins lucrativos, pois ela também necessita de recursos
financeiros para manter-se.
O sucesso de
uma empresa depende, na maioria das vezes, do marketing bem feito, uma vez que finanças, operações, contabilidade
e outros setores da empresa ficam sem sentido caso não haja uma demanda
suficiente dos produtos da empresa para que seja gerado lucro (KOTLER; KELLER, 2006).
Kotler e Keller
(2006, p.50) definem análise SWOT como “a avaliação global das forças,
fraquezas, oportunidades e ameaças”, dizem ainda que “ela envolve o
monitoramento dos ambientes externo e interno”. Contudo, a ONG como uma instituição
sem fins lucrativos tem grande valia à utilização de uma analise SWOT para
verificar e trabalhar nos pontos que podem ser melhorados com o objetivo de
buscar novos recursos para se manter em prol da sociedade.
O
marketing é uma ferramenta importante e essencial para uma ONG, como se mostra
no presente trabalho, onde são analisados os pontos fortes, fracos,
oportunidades e ameaças, tem-se formalizados todos os itens que podem ser
trabalhados, com o objetivo de melhora-los, e como consequência, ter condições
e visão para assim poder buscar recursos, parcerias e receitas financeiras de
acordo com as análises. Com as ferramentas implantadas e bem executadas, as
chances de sucessos são altas, trazendo um grande ganho e suporte para a
sociedade que tanto necessita de serviços sociais.
O escopo do projeto contribuiu de forma
significativa para agilizar o processo da pintura da sala principal da
Associação Viva a Vida, proporcionando segurança e garantia de qualidade na
execução do serviço, além disso, ele também proporciona um controle geral para
todos os integrantes do grupo, especificando as responsabilidades de cada um
dentro do projeto. Por meio dos relatórios, o líder e os demais responsáveis
terão mais segurança para tomar as suas decisões, pois o escopo e os
relatórios, juntos, darão um começo, meio e fim no projeto.
O estudo da viabilidade demonstrou os tipos
de viabilidade e suas definições. Entre elas, a viabilidade social foi a que
mostrou para o grupo o quanto são importantes os benefícios que o projeto trará
à sociedade. A recompensa de todos os contribuintes do projeto é a inestimável
sensação de se fazer uma boa ação.
BIBLIOGRAFIA
CLEMENTS, P. James; GIDO, Jack. Gestão de Projetos.
5 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. p. 94-114.
CONSLATER,
Maria Alice Soares. Elaboração de Projetos. 3 ed. rev. atual. e ampl. Curitiba: Ibpex, 2011. p 54-60.
KOTLER, Philip; KELLER,
Kevin Lane. Administração de Marketing. 12ª ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2006. 750p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de Informações
Gerenciais. 14 ed. São Paulo: Atlas S.A, 2011. p 182-184.
REYNOLDS,
George & STAIR, Ralph PRINCÍPIOS DE
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. 9. Ed.São
Paulo: Cengage Learning, 2011.
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dictionary. 3.ed. Springfield, Merriam-Webster, 2000. 2783p.
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http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/perspectivas-para-o-terceiro-setor-em-2015/83664/ - Acessado em
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http://www.inbs.com.br/o-que-e-terceiro-setor/ - Acessado em
30/03/2016
https://www.linkedin.com/pulse/an%C3%A1lise-swot-cruzada-guilherme-velloso - Acessado em 30/03/2016
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